{"id":4253,"date":"2020-02-10T14:47:26","date_gmt":"2020-02-10T14:47:26","guid":{"rendered":"http:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/?p=4253"},"modified":"2020-02-10T14:48:25","modified_gmt":"2020-02-10T14:48:25","slug":"escrever-blogs-e-uma-maneira-simples-facil-e-economica-de-conquistar-clientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/escrever-blogs-e-uma-maneira-simples-facil-e-economica-de-conquistar-clientes\/","title":{"rendered":"Escrever blogs \u00e9 uma maneira simples, f\u00e1cil e econ\u00f4mica de conquistar clientes"},"content":{"rendered":"<p>Desde a explos\u00e3o inicial de sites na internet no final da d\u00e9cada de 1990, popularizou-se uma convic\u00e7\u00e3o entre seus criadores: fazer um site \u00e9 f\u00e1cil; dif\u00edcil \u00e9 ser encontrado na rede. Mas surgiram o\u00a0<em>Google<\/em>\u00a0e outros mecanismos de busca para ajudar \u2014\u00a0em parte, porque ainda \u00e9 preciso saber como manipul\u00e1-los.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpio, surgiu o uso de palavras-chaves. Na verdade, elas s\u00e3o \u00fateis at\u00e9 hoje. Mas o\u00a0<em>Google<\/em>\u00a0evoluiu e hoje os marqueteiros afirmam e reafirmam que, na otimiza\u00e7\u00e3o dos mecanismos de busca (SEO), o conte\u00fado \u00e9 o rei. Para refor\u00e7ar, agora dizem que o conte\u00fado \u00e9 o rei, o pr\u00edncipe, o duque, o conde, o visconde, o bar\u00e3o \u2014\u00a0enfim, toda a realeza.<\/p>\n<p>Em outras palavras, para colocar um site nas primeiras coloca\u00e7\u00f5es do Google, por exemplo, o conte\u00fado tem de ser interessante, relevante e informativo, dizem os consultores da firma SmartMarketing. Mas, como as aranhas do Google, que sondam a rede ininterruptamente, determinam tudo isso? Afinal, elas n\u00e3o s\u00e3o cr\u00edticas liter\u00e1rias.<\/p>\n<p>A resposta \u00e9: o Google se vale, acima de tudo, do comportamento do usu\u00e1rio para avaliar a qualidade do conte\u00fado. Para fazer isso, o mecanismo mede o tempo que o usu\u00e1rio permaneceu em uma p\u00e1gina de qualquer site.<\/p>\n<p>Se ele clicou em um link, entrou na p\u00e1gina e saiu em menos de 15 segundos, a conclus\u00e3o \u00e9 \u00f3bvia: o conte\u00fado n\u00e3o \u00e9 l\u00e1 essas coisas. Mas se ele permaneceu um tempo razo\u00e1vel na p\u00e1gina, oh, esse conte\u00fado \u00e9 bom. Se ele passou um tempo visitando p\u00e1ginas diferentes, sim, esse site \u00e9 bom.<\/p>\n<p>Assim, o Google detecta se o conte\u00fado \u00e9 isso tudo que dizem: interessante, relevante e informativo. E se \u00e9 isso tudo para alguns usu\u00e1rios, deve ser para muitos. Enfim, tudo se baseia na famosa &#8220;experi\u00eancia do consumidor&#8221;.<\/p>\n<p>Os artigos publicados no site podem cumprir esse papel. Mas, o que est\u00e1 na moda \u00e9 o blog \u2014\u00a0um recurso que, na verdade, \u00e9 mais f\u00e1cil de usar e mais eficiente.<\/p>\n<p>A grande vantagem do blog \u00e9 que ele n\u00e3o requer a compet\u00eancia t\u00e9cnica que se espera do articulista. O blog \u00e9 um escrito conversacional, de linguagem simples e clara, destinado a um p\u00fablico-alvo que s\u00f3 fala e s\u00f3 entende linguagem simples e clara. Isso \u00e9, pelo menos, o que se espera de um blog concebido para conquistar clientes para o escrit\u00f3rio.<\/p>\n<p>Em blogs, n\u00e3o se escreve exatamente para um p\u00fablico-alvo. Antes de escrever o primeiro blog, o autor come\u00e7a por criar uma &#8220;persona&#8221;. Em marketing, uma &#8220;persona&#8221;\u00a0pode ser um cliente ideal, fict\u00edcio, que o advogado imagina \u2014\u00a0ou cria, com base em pesquisas ou em seus conhecimentos.<\/p>\n<p>Assim, em vez de escrever um blog para um p\u00fablico em geral, o autor deve escrever para essa &#8220;persona&#8221;. \u00c9 claro que ela representa o cliente que ele quer conquistar, um de cada vez.<\/p>\n<p>O estilo liter\u00e1rio do blog n\u00e3o tem nada a ver com o de artigos. Nem \u00e9 uma pilha de pequenas not\u00edcias ou coment\u00e1rios, como se v\u00ea muito. Tem o seu estilo pr\u00f3prio, que se pode definir como um misto de carta e cr\u00f4nica. De carta, porque \u00e9 uma comunica\u00e7\u00e3o pessoal entre o autor e sua &#8220;persona&#8221;. De cr\u00f4nica, porque, em geral, reflete o cotidiano e tem um estilo leve e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Nesse ponto, surge a quest\u00e3o sobre o que escrever. A resposta mais direta \u00e9: alguma coisa que a &#8220;persona&#8221;\u00a0est\u00e1 a fim de ler; alguma coisa em que ela deve estar interessada; alguma coisa que ela quer saber nesse momento; alguma coisa que pode afetar sua vida \u2014\u00a0ou de sua empresa, fam\u00edlia e amigos \u2013 agora ou em um futuro pr\u00f3ximo; alguma coisa sobre a qual pode estar curiosa. Enfim, alguma coisa interessante, relevante e informativa.<\/p>\n<p>De todos esses adjetivos (e outros poss\u00edveis) o mais importante \u00e9 \u201crelevante\u201d. Isso vale para blogs, artigos, not\u00edcias, etc. Quando o autor pensa no que \u00e9 relevante para sua \u201cpersona\u201d ou p\u00fablico-alvo, ele ir\u00e1, certamente, acertar&#8230; no alvo.<\/p>\n<p>No caso de clientes de advogados, o que \u00e9 mais relevante para eles \u00e9 saber que existe um problema (jur\u00eddico), mas, como todo problema, tem uma equa\u00e7\u00e3o ou uma solu\u00e7\u00e3o. E uma perspectiva de tranquilidade. Finalmente, o blog pode encorajar o leitor a procurar um advogado (pelo menos nos EUA, n\u00e3o \u00e9 anti\u00e9tico aconselhar o leitor a procurar um advogado \u2013 em oposi\u00e7\u00e3o a pedir ao leitor para se comunicar com ele).<\/p>\n<p>De uma maneira geral, essas s\u00e3o as informa\u00e7\u00f5es mais importantes para o cliente \u2013 n\u00e3o a descri\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia profissional do advogado. Quando o cliente l\u00ea uma boa explica\u00e7\u00e3o sobre a solu\u00e7\u00e3o de seu problema jur\u00eddico, ele ir\u00e1, automaticamente, atribuir autoridade no assunto ao autor do blog. Assim, a compet\u00eancia profissional se estabelece de forma indireta, por si s\u00f3.<\/p>\n<p>No entanto, o blogueiro n\u00e3o precisa, necessariamente, escrever sobre quest\u00f5es jur\u00eddicas. Um advogado pode escrever, por exemplo, sobre uma causa, sobre o combate a uma doen\u00e7a e, enfim, sobre qualquer assunto que possa ser interessante, relevante e informativo para um p\u00fablico-alvo. Isso o tornar\u00e1 conhecido n\u00e3o s\u00f3 entre os clientes, mas entre todos os profissionais do Direito \u2013 tanto quanto o interesse sobre o assunto o permita.<\/p>\n<p>Para quem n\u00e3o gosta de escrever ou simplesmente n\u00e3o tem tempo, \u00e9 natural contratar um profissional que o fa\u00e7a sob encomenda \u2013 desde que as informa\u00e7\u00f5es relevantes, no pensamento e no sentimento do advogado, sejam devidamente expressas.<\/p>\n<p>Escrito e publicado o blog, na esperan\u00e7a de que o bom conte\u00fado ir\u00e1 coloc\u00e1-lo na primeira p\u00e1gina do Google, \u00e9 preciso promov\u00ea-lo na m\u00eddia social. Basta uma \u201cchamada\u201d, como se diz em jornalismo para um curto par\u00e1grafo na capa da publica\u00e7\u00e3o, que visa chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor, com um link para a p\u00e1gina em que o blog foi publicado.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2020-fev-08\/escrever-blogs-melhor-maneira-conquistar-clientes\">ConJur<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde a explos\u00e3o inicial de sites na internet no final da d\u00e9cada de 1990, popularizou-se uma convic\u00e7\u00e3o entre seus criadores: fazer um site \u00e9 f\u00e1cil; dif\u00edcil<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-4253","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-categoria-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4253","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4253"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4253\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}