{"id":1254,"date":"2016-07-06T17:52:27","date_gmt":"2016-07-06T17:52:27","guid":{"rendered":"http:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/?p=1254"},"modified":"2016-07-06T17:52:27","modified_gmt":"2016-07-06T17:52:27","slug":"chegou-a-hora-de-elaborar-um-novo-codigo-tributario-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/chegou-a-hora-de-elaborar-um-novo-codigo-tributario-nacional\/","title":{"rendered":"Chegou a hora de elaborar um novo C\u00f3digo Tribut\u00e1rio nacional"},"content":{"rendered":"<p class=\"twowords\">CONSULTOR TRIBUT\u00c1RIO<\/p>\n<h2 class=\"title\"><\/h2>\n<div class=\"wysiwyg\">\n<p><img decoding=\"async\" class=\"direita\" src=\"http:\/\/s.conjur.com.br\/img\/b\/caricatura-igor-mauler-santiago.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Escrevo esta coluna sumamente gratificado pela inclus\u00e3o de meu nome \u2014 ao lado de 11 admir\u00e1veis colegas \u2014 na lista dos candidatos ao pr\u00eamio Tributarista de Destaque de 2015 e 2016 da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Estudos Tribut\u00e1rios (Apet). Para conhecer os candidatos e votar, clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.apet.org.br\/indicacoes2\/2016-tributaristadedestaque.asp\" target=\"_blank\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>E o tema n\u00e3o poderia ser mais oportuno, por versar uma das duas ferramentas maiores \u2014 a outra \u00e9 a Constitui\u00e7\u00e3o \u2014 de todos os que labutamos profissional ou academicamente com o Direito Tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (Lei 5.172, de 25 de outubro de 1966) completa este ano cinco d\u00e9cadas de inestim\u00e1veis servi\u00e7os prestados ao Direito brasileiro. Monumento legislativo de cuja elabora\u00e7\u00e3o participaram, entre outros, Rubens Gomes de Sousa, Aliomar Baleeiro e Gilberto de Ulh\u00f4a Canto, o CTN ser\u00e1, ao lado da Emenda Constitucional 18\/65, para sempre reconhecido como um marco na racionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e da interpreta\u00e7\u00e3o do Direito Tribut\u00e1rio no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Redigido de forma precisa e tersa, rarissimamente contestado em sua validade, o CTN faz por merecer a rever\u00eancia que lhe prestam os nossos melhores juristas e a centralidade que mant\u00e9m nos debates tribut\u00e1rios acad\u00eamicos e jurisdicionais.<\/p>\n<p>Reconhec\u00ea-lo n\u00e3o significa, entretanto, negar a a\u00e7\u00e3o do tempo. Mesmo o\u00a0<em>Code Napol\u00e9on<\/em>\u00a0\u2014 quintess\u00eancia da codifica\u00e7\u00e3o, que um dia mereceu tratamento quase sagrado \u2014 acaba de sofrer radical reforma quanto ao Direito dos Contratos e das Obriga\u00e7\u00f5es, por for\u00e7a da\u00a0<em>Ordonnance<\/em>\u00a0de 10 de fevereiro de 2016.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o CTN, moderno para a sua \u00e9poca, desatualizou-se, n\u00e3o tendo bastado para impedi-lo as interven\u00e7\u00f5es que lhe fizeram, principalmente, as leis complementares 104\/2001 e 118\/2005.<\/p>\n<p>Alguns exemplos o demonstram. Inicie-se pelo Livro I, intitulado Sistema Tribut\u00e1rio Nacional:<\/p>\n<ul>\n<li>o conceito de tributo do artigo 3\u00ba, de cunho universalizante (<em>\u201ctributo \u00e9<\/em>\u00a0toda<em>\u00a0presta\u00e7\u00e3o&#8230;\u201d<\/em>), negligencia o car\u00e1ter n\u00e3o tribut\u00e1rio de exig\u00eancias como os\u00a0<em>royalties<\/em>\u00a0do petr\u00f3leo, da minera\u00e7\u00e3o e da gera\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica, entre outras;<\/li>\n<li>as disposi\u00e7\u00f5es sobre a natureza jur\u00eddica espec\u00edfica dos tributos (artigos 4\u00ba e 5\u00ba) deixam de fora as contribui\u00e7\u00f5es especiais e os empr\u00e9stimos compuls\u00f3rios, que o STF erige em esp\u00e9cies aut\u00f4nomas \u2014 com isso, cumprindo de modo deficiente a disposi\u00e7\u00e3o do artigo 146, inciso III, al\u00ednea\u00a0<em>a<\/em>, da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988;<\/li>\n<li>os comandos relativos aos princ\u00edpios e \u00e0s imunidades tribut\u00e1rias (artigos 9\u00ba a 15), al\u00e9m de majoritariamente despiciendos \u2014 por tratarem de quest\u00f5es que se esgotam no n\u00edvel constitucional \u2014 e defasados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 reda\u00e7\u00e3o atual da Carta, revelam-se incompletos naquilo que deveriam disciplinar, como os requisitos para o gozo da imunidade de contribui\u00e7\u00f5es para a seguridade social (artigo 195, par\u00e1grafo 7\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o);<\/li>\n<li>as regras sobre os impostos individualmente considerados (artigos 19 a 76) (i) n\u00e3o abrangem aqueles tratados em leis extravagantes (como o ICMS \u2014 Lei Complementar 87\/96, e o ISS \u2014 Lei Complementar 116\/2003) e os n\u00e3o tratados em lei alguma (caso do IPVA); (ii) regulam impostos hoje inexistentes (como os impostos federais sobre transportes e comunica\u00e7\u00f5es \u2014 artigos 68 a 70, e sobre combust\u00edveis, lubrificantes, energia el\u00e9trica e minerais \u2014 artigos 74 e 75) ou cindidos entre diversos entes (como o imposto sobre a transmiss\u00e3o, a qualquer t\u00edtulo, de bens im\u00f3veis e direitos a eles relativos \u2014 artigos 35 a 42) \u2014 o que representa um cumprimento incompleto do comando do artigo 146, inciso III, al\u00ednea\u00a0<em>a<\/em>,\u00a0<em>in fine<\/em>, da Constitui\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>todo o T\u00edtulo VI do Livro I (Distribui\u00e7\u00e3o das Receitas Tribut\u00e1rias \u2014 artigos 83 a 95) cuida de mat\u00e9ria financeira, e n\u00e3o tribut\u00e1ria, que estaria melhor em outros diplomas normativos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Defici\u00eancias ainda mais severas, devido \u00e0 maior abrang\u00eancia das regras que traz, encontram-se no Livro II \u2013 Normas Gerais de Direito Tribut\u00e1rio:<\/p>\n<ul>\n<li>inteira omiss\u00e3o quanto aos crit\u00e9rios estabelecidos nos artigos 146, inciso III, al\u00ednea\u00a0<em>c<\/em>\u00a0(adequado tratamento tribut\u00e1rio ao ato cooperativo) e 146-A da Constitui\u00e7\u00e3o (preven\u00e7\u00e3o de desequil\u00edbrios concorrenciais);<\/li>\n<li>inexist\u00eancia de regras gerais sobre processo tribut\u00e1rio administrativo e san\u00e7\u00f5es fiscais, o que d\u00e1 ensejo a uma verdadeira babel federativa quanto a esses temas, com a complexifica\u00e7\u00e3o do sistema para contribuintes que atuam em escala nacional e a multiplica\u00e7\u00e3o de disposi\u00e7\u00f5es abusivas. Basta lembrar que hoje existem quatro recursos extraordin\u00e1rios com repercuss\u00e3o geral sobre multas tribut\u00e1rias aguardando julgamento no STF<a title=\"\" href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2016-jul-06\/consultor-tributario-chegou-hora-elaborar-codigo-tributario-nacional#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>;<\/li>\n<li>incerteza em rela\u00e7\u00e3o ao alcance do par\u00e1grafo \u00fanico do artigo 116 \u2014 que permite a desconsidera\u00e7\u00e3o dos atos praticados para dissimular o fato gerador \u2014 e, de toda forma, aus\u00eancia de um tratamento mais detalhado da elis\u00e3o tribut\u00e1ria, em linha com a tend\u00eancia internacional;<\/li>\n<li>insufici\u00eancia da disciplina da responsabilidade tribut\u00e1ria na modalidade substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para a frente e para tr\u00e1s: crit\u00e9rios para a fixa\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo, tratamento das diferen\u00e7as entre a base presumida e a real, efeitos sobre o direito de cr\u00e9dito nos tributos n\u00e3o cumulativos etc.;<\/li>\n<li>insufici\u00eancia da disciplina da responsabilidade tribut\u00e1ria na modalidade transfer\u00eancia. Cuida-se de um dos pontos a merecer maiores interven\u00e7\u00f5es. Basta lembrar que o CTN n\u00e3o trata dos efeitos da cis\u00e3o de empresas (artigo 132) e que n\u00e3o enumera pessoas jur\u00eddicas entre os terceiros respons\u00e1veis dos artigos 134 e 135, estando toda a constru\u00e7\u00e3o da desconsidera\u00e7\u00e3o da responsabilidade jur\u00eddica no campo fiscal baseada no artigo 50 do C\u00f3digo Civil. Tema correlato tamb\u00e9m negligenciado pelo c\u00f3digo, e objeto de elabora\u00e7\u00e3o jurisprudencial aut\u00f4noma, \u00e9 o das formas e prazos para o redirecionamento da execu\u00e7\u00e3o fiscal para terceiros;<\/li>\n<li>instaura\u00e7\u00e3o de responsabilidade pretensamente objetiva por infra\u00e7\u00f5es fiscais (artigo 136), em franca desarmonia com a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988;<\/li>\n<li>falta de uma regulamenta\u00e7\u00e3o suficiente da compensa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, que a tornasse invoc\u00e1vel diretamente pelo contribuinte, mesmo \u00e0 falta de lei do ente pol\u00edtico interessado;<\/li>\n<li>tratamento contradit\u00f3rio da imputa\u00e7\u00e3o e da consigna\u00e7\u00e3o do pagamento, e laconismo da disciplina desta \u00faltima. J\u00e1 tratamos do tema em nossa\u00a0<a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2012-abr-11\/consultor-tributario-discutir-tributos-direito-risco-extincao\" target=\"_blank\">coluna<\/a>\u00a0e em\u00a0<a href=\"http:\/\/sachacalmon.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/INCONSTITUCIONALIDADE-DA-IMPUTA%C3%87%C3%83O-DO-PAGAMENTO-E-DA-COMPENSA%C3%87%C3%83O-DE-OF%C3%8DCIO-NO-DIREITO-TRIBUT%C3%81RIO-BRASILEIRO.pdf\" target=\"_blank\">artigo<\/a>\u00a0espec\u00edfico;<\/li>\n<li>invalidade do artigo 169, par\u00e1grafo \u00fanico, que determina a flu\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o no curso de a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria movida pelo contribuinte, sem des\u00eddia deste;<\/li>\n<li>car\u00e1ter assistem\u00e1tico do cap\u00edtulo da Fiscaliza\u00e7\u00e3o (artigos 194 a 200), com reg\u00eancia em lei extravagante (a Lei Complementar 105\/2001) do tema central relativo \u00e0 quebra administrativa de sigilo banc\u00e1rio;<\/li>\n<li>anacronismo do cap\u00edtulo sobre as Certid\u00f5es Negativas (artigos 205 a 208), h\u00e1 muito superado pela jurisprud\u00eancia do STJ que permite ao particular a antecipa\u00e7\u00e3o da garantia em a\u00e7\u00e3o preparat\u00f3ria, sem suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os pontos acima \u2014 n\u00e3o isentos de pol\u00eamica, decerto \u2014 d\u00e3o uma ideia da amplitude das modifica\u00e7\u00f5es que se fazem necess\u00e1rias, a recomendar a elabora\u00e7\u00e3o de um novo c\u00f3digo ou, no m\u00ednimo, uma ampl\u00edssima reforma Lei 5.162\/66.<\/p>\n<p>Bons nomes para uma comiss\u00e3o encarregada desse\u00a0anteprojeto de lei n\u00e3o faltariam, entre ministros ativos ou aposentados do STF e do STJ, advogados p\u00fablicos e privados com not\u00f3ria experi\u00eancia na \u00e1rea tribut\u00e1ria, acad\u00eamicos, julgadores administrativos, autoridades fiscais e\u00a0<em>experts<\/em>\u00a0de outras \u00e1reas que guardem afinidade com o fen\u00f4meno tribut\u00e1rio, como a Teoria Geral do Direito, o processo civil, o Direito Administrativo e o Direito Falimentar.<\/p>\n<div>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div id=\"ftn1\">\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2016-jul-06\/consultor-tributario-chegou-hora-elaborar-codigo-tributario-nacional#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0<strong>Tema 487<\/strong><strong>.<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=4071634&amp;numeroProcesso=640452&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=487\" target=\"_blank\">Car\u00e1ter confiscat\u00f3rio da \u201cmulta isolada\u201d por descumprimento de obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria decorrente de dever instrumental.<\/a><br \/>\n<strong>Tema 736.<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=4531713&amp;numeroProcesso=796939&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=736\" target=\"_blank\">Constitucionalidade da multa prevista no artigo 74, par\u00e1grafos 15 e 17, da Lei 9.430\/96 para os casos de indeferimento dos pedidos de ressarcimento e de n\u00e3o homologa\u00e7\u00e3o das declara\u00e7\u00f5es de compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos perante a Receita Federal.<\/a><br \/>\n<strong>Tema 863.<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=4370056&amp;numeroProcesso=736090&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=863\" target=\"_blank\">Limites da multa fiscal qualificada em raz\u00e3o de sonega\u00e7\u00e3o, fraude ou conluio, tendo em vista a veda\u00e7\u00e3o constitucional ao efeito confiscat\u00f3rio.<\/a><br \/>\n<strong>Tema 872.<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.stf.jus.br\/portal\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=3797543&amp;numeroProcesso=606010&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=872\" target=\"_blank\">Constitucionalidade da exig\u00eancia de multa por aus\u00eancia ou atraso na entrega de Declara\u00e7\u00e3o de D\u00e9bitos e Cr\u00e9ditos Tribut\u00e1rios Federais \u2013 DCTF, prevista no artigo 7\u00ba, inciso II, da Lei 10.426\/2002, apurada mediante percentual a incidir, m\u00eas a m\u00eas, sobre os valores dos tributos a serem informados.<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"about\"><a href=\"mailto:%69%67%6f%72%40%73%61%63%68%61%63%61%6c%6d%6f%6e%2e%63%6f%6d%2e%62%72\" rel=\"author\">Igor Mauler Santiago<\/a>\u00a0\u00e9 s\u00f3cio do Sacha Calmon \u2013 Misabel Derzi Consultores e Advogados, mestre e doutor em Direito Tribut\u00e1rio pela UFMG.<\/p>\n<p>FONTE: Revista\u00a0<strong>Consultor Jur\u00eddico<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONSULTOR TRIBUT\u00c1RIO Escrevo esta coluna sumamente gratificado pela inclus\u00e3o de meu nome \u2014 ao lado de 11 admir\u00e1veis colegas \u2014 na lista dos candidatos ao pr\u00eamio<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-1254","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-categoria-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1254","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1254"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1254\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1254"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1254"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gestaolegalnaadvocacia.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1254"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}